Você está aqui: Página Inicial / Sobre a Câmara / Notícias / Secretário de Engenharia, Arquitetura e Urbanismo fala sobre a situação geral da pasta e metas para os próximos anos

Secretário de Engenharia, Arquitetura e Urbanismo fala sobre a situação geral da pasta e metas para os próximos anos

por Rafaella Maier publicado 05/04/2017 16h35, última modificação 05/04/2017 16h35
Secretário de Engenharia, Arquitetura e Urbanismo fala sobre a situação geral da pasta e metas para os próximos anos

Secretário Dagoberto Waydzik

   Na Sessão do dia 3 de abril, a Tribuna Popular foi utilizada pelo Secretário Municipal de Engenharia, Arquitetura e Urbanismo, Dagoberto Waydzik, que discorreu sobre as ações da pasta, respondendo diversos questionamentos dos vereadores, que buscaram saber mais sobre os projetos já em andamento.

    Waydzik fez uma explanação sobre a situação geral da pasta e o planejamento traçado para a composição de metas a serem seguidas na gestão atual e nas seguintes. Relatou todas as obras contratadas e discorreu sobre as metas da secretaria. “Sanear pendencias de gestões passadas; atendimento célere ao cidadão; atendimento de obras no prazo estabelecido; austeridade na fiscalização de obras, evitando o máximo aditivos contratuais; melhoria nos recursos para o trabalho da equipe técnica; busca de novas fontes de geração de recursos estratégicos para a Prefeitura e cumprir o Plano Diretor do município, bem como, revisão do mesmo de tempos em tempos”, enfatizou Dagoberto afirmando que para tingir estas metas a secretaria estará focada na transparência, seriedade e respeito às leis, competência, responsabilidade técnica, prestação de contas, produtividade e motivação da equipe.  

    Para o Secretário se todas estas metas forem atingidas haverá um controle de finanças, crescimento econômico do município, qualidade de vida para a população, pessoas e empresas de fora sendo atraídas e haverá um aumento na arrecadação municipal com uma cobrança justa do IPTU.

    José Bodnar questionou em relação a paralisação da obra do Ginásio de Esportes, “porque tanta dificuldade para reiniciar esta obra? Também buscou saber sobre as áreas de preservação permanente e de restrição de uso no município. Sobre o ginásio Waydzik disse que a situação está judicializada, a obra está parada há cinco anos, “houve falhas de projeto, de execução e de fiscalização. Mas é nossa missão conclui-la. Já tivemos avanço através de algumas conversas juntamente com o empreiteiro da época. Vamos agora buscar acertar com o ex-empreiteiro e fazer uma nova licitação para poder continuá-la”. Sobre as áreas de preservação permanente e de restrição de uso, “vamos juntos com a comunidade reavaliar o Plano Diretor. Sabemos que existem obras que não causam grande impacto e com certeza serão liberadas, não podemos impedir o crescimento da cidade, desde que o crescimento seja baseado em qualidade de vida”, afirmou o secretário.

    Rogério Luís Kuhn buscou saber sobre a situação da empresa Dalpel e do possível cemitério, o qual existem comentários que já há articulação política. Também questionou sobre a empresa AVL, se há possibilidade de voltar a trabalhar  neste mandato e por fim indagou sobre a questão de aditivos nos contratos, visto que no passado em 80% dos projetos houve aditivos. Sobre a empresa Dalpel, Dagoberto disse que prefere se omitir, pois não é da sua pasta e não possui conhecimento. Em relação ao Cemitério afirmou que não há nada formalizado ainda, “mas conheço o empreendimento que é de mais de R$ 5 milhões. Um cemitério jardim, com jazigos impermeáveis, cinco metros do perímetro, todo murado, um cemitério nos moldes dos Estados Unidos”, destacou Dagoberto alertando ainda que todos os cemitérios da cidade apresentam problemas ambientais e estão exauridos. “Sobre a empresa AVL o prefeito, tendo em vista, a falta de máquinas no pátio e os preços atrativos, tentou sim renovar o contrato propondo fiscalização e controle, cada máquina com seu horimetro, e um fiscal conferindo a produtividade. Pasmem vocês, dessa forma, a empresa não quis renovar o contrato”, declarou o secretário. Sobre os aditivos, vamos trabalhar para que desde o projeto até o final haja acompanhamento e fiscalização, “a obra não pode passar de dois ou três aditivos, não pode ultrapassar 25%. Temos atualmente no município 27 obras com problemas”.

     Nivaldo Bartoski parabenizou o Secretário pelas obras que serão feitas no Itapará. Sobre a renovação de contrato com a AVL, o vereador se manifestou contrário, “precisamos contratar empresas que trabalhem de verdade e que realizem um serviço de qualidade. Esta referida empresa só prejudicou o interior de Irati”. Dagoberto disse que o interior merece atenção, “pois é de lá que sai o nosso alimento”.

     Edson Luís Elias buscou saber sobre a Rua Alexandre Pavelski, que liga a área central a BR 153, “quando o asfalto será refeito?” Também indagou sobre as ações em relação aos alagamentos na área central da cidade. Sobre a obra da Rua Alexandre Paveslki, Dagoberto respondeu que será relicitada, “acredito que neste ano ainda esta obra aconteça”. Com relação aos alagamentos, foi conseguido uma verba parlamentar no valor de R$ 300 mil para projeto de macrodrenagem, que já está na Caixa Econômica, e logo será feita licitação. “Irati tem 11 microbacias e cada local tem que ser estudado. Este projeto vai analisar os últimos 100 anos e verificar qual a maior chuva neste período e um projeto será elaborado. Vamos fazer um raio x nos bueiros da cidade. Não é uma obra para uma administração só”, salientou.

    Roni Surek sugeriu ao secretário readequações no CT Willy Larrs, uma área que precisa ser melhor aproveitada indicando, inclusive, uma parceria com a Unicentro, que poderia fazer um trabalho de arborização no local, e o executivo uma pista de caminhada. Outra sugestão foi em relação ao Pavilhão do Parque Aquático que não possui palco e nem climatização, “algo precisa ser feito”. Surek agradeceu ao Dagoberto pelo projeto da nova Capela Mortuária do Cemitério Municipal, lembrando também sua indicação em relação as rotatórias da cidade que precisam de readequação. Por fim, Roni destacou a importância da fiscalização das obras, lamentando a situação do Posto de Saúde do Conjunto Joaquim Zarpellon. Dagoberto disse que já estão sendo feitos os projetos da pista coberta no CT e de padronização da Casa dos Patrões. “O Parque Aquático tem que desassorear, tem que fazer um chafariz no local, novos sanitários, mais pistas de caminhada, pista de skate e uma concha acústica. E as rotatórias, elas são um recurso necessário para fluir o trânsito, mas elas precisam ser feitas igual àquela próxima do clube do operário. A primeira que iremos readequar é a do Bini, mas estamos com pouco recursos. Sobre a fiscalização das obras, trabalharemos firmemente nesta questão”, enfatizou.

     Marcelo Rodrigues questionou sobre a possibilidade de pavimentação na estrada que liga a Unicentro até o bairro Lagoa, reivindicação antiga dos moradores e que vai desafogar a BR 153. Dagoberto afirmou que ainda não existe projeto, “mas nós vamos fazer pela necessidade de desafogar a 153. Em breve teremos um posicionamento”, frisou.

    O Presidente Helio de Mello solicitou ao Secretário a readequação da quadra de esportes na comunidade do Itapará e da Escola Municipal Padre Wenceslau. Referente a Rua Ildefonso Zanetti, no prolongamento da Avenida Vicente Machado, no bairro Marcelo, Mello afirmou que não existe acostamento, portanto, indicou a construção de uma margem de segurança no trecho. Helio indagou o secretário ainda a respeito dos lotes baldios na cidade. “Existem muitos no centro, o mato toma conta da via e o pedestre fica sem ter onde passar, tem que haver fiscalização, para garantir o direito de ir e vir com segurança”. Waydzik disse que vai estudar a questão das quadras. Sobre a Rua Ildefonso, disse que poderia ser feito um trabalho parecido com a da Avenida Paraná, que está sendo feita uma calçada até o Colégio Florestal. “Em relação aos terrenos baldios, existe lei e ela precisa ser aplicada. Poderíamos colocar em prática o IPTU progressivo. Quem possui lotes baldios teria que pagar mais imposto, ou vender para possíveis novas construções, diminuindo assim o abandono. Temos pouco verde público na cidade”.

    Antes de concluir, o Presidente da Casa ainda citou a necessidade de atenção especial para os pontos de ônibus na cidade sugerindo um mapeamento dos mesmos e padronização. Segundo o Secretário, já foram licitados alguns pontos de ônibus de concreto para o interior. “Vamos mapear todos os demais e cadastrá-los para que possamos iniciar este trabalho de readequação”.

   Dagoberto agradeceu pela oportunidade. “Vocês vereadores estão perto do povo e sabem das necessidades, portanto, independente de bandeira política, estamos do mesmo lado para melhorar Irati”, concluiu.

(Assessoria Câmara Municipal de Irati)

Adicionar Comentário

Você pode adicionar um comentário preenchendo o formulário a seguir. Campo de texto simples. Endereços web e e-mail são transformados em links clicáveis.

NAVEGUE AQUI